Incrível,o Caso Salyut 6: Quando os Soviéticos Foram Contatados

 
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Nos anos 70, a União Soviética executou o programa espacial Salyut (Салют, saudações), originalmente chamado DOS 7-K, baseado em estações espaciais de um módulo. Houveram 7 estações – sem contar o núcleo da Mir e o módulo Zvezda, da Estação Espacial Internacional (ISS), que derivam do programa.
Embora lembrasse as anteriores, a Salyut 6, lançada em 29 de setembro de 1977, trazia vários avanços inovadores, como dois sistemas de acoplagem (as Salyuts anteriores só tinham um). Ela foi ocupada por onze tripulações, sendo cinco de longa duração. A primeira delas permaneceu 96 dias em órbita e quebrou um recorde da Skylab, americana. A tripulação de estadia mais longa na Salyut 6 ficou nela por 185 dias.
 
 
– A reunião
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No dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária, com a presença de especialistas em UFOs, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de Viktor Savinikh, permanecera 75 dias no espaço, a bordo da estação Salyut-6 (de 12/3/81 a 26/5/81).
 
Kovalyonok respondeu a inúmeras perguntas. O estranho, porém, é o fato que o general Beregovoy, o qual sempre se recusara a dar entrevistas oficiais sobre o assunto, agora resolveu falar (aparentemente aquele caráter secreto do encontro parece ter sofrido um revisionismo do Kremlin).
 
 
 
Havia cerda de 200 pessoas no salão de conferências que é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões da cúpula. Entre elas professores universitários, astrofísicos, vários membros do Centro Espacial, gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança armados. Primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no auditório. Gravadores, cadernos, máquinas fotográficas, etc, tiveram que ser deixados no vestíbulo. A revelação que fizeram foi de aturdir o mundo.
 
 
– O Contato
 
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A Salyut-6 fez contato com uma nave extraterrestre durante 4 dias e orbitaram juntas, a uma distância de 400 km de nosso planeta.  Enquanto fazia exercícios, Kovalyonok olhou através de uma janela e percebeu um objeto esférico com diâmetro de aproximadamente 10 metros cerca de um quilômetro à frente da estação. Ele orbitava de forma estacionária com relação à Salyut. O evento envolveu cinco astronautas : Kovalyonok, Savinikh e três ETs a bordo do veículo desconhecido que tina a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6(que tinha 16 m de comprimento e parecia com uma garrafa).
 
Usando binóculos de longo alcance, os cosmonautas perceberam que a nave dourada possuía 24 janelas: 8 no “equador” e 8 em cada “hemisfério”. Posteriormente, eles também perceberiam que sua superfície não apresentava saliências, reentrâncias, marcas, inscrições, painéis solares ou antenas. Pelas janelas, veriam uma cabine de comando convencional no interior bem iluminado da nave. O estranho objeto ficou lá por 24 horas. Kovalyonok filmou 45 minutos do encontro.
 
 
– Quem eram eles?
 
O encontro começou as 5 da tarde e durou quase duas horas. Após uma breve introdução do general. Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. Segundo Aleksandr Kazantsev,  cosmólogo presente no encontro, “O filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade-Estrela”.
 
 
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O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave alien, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40 m. Os dois astronautas estavam trabalhando em sua experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Eles ficaram algum tempo observando o objeto, através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo.
 
 
Com a ajuda de um binóculo percebeu portinholas na outra nave. Durante as primeiras 24 horas (14.05.81), o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia seguinte, os dois astronautas viram a nave alien mais perto, a menos de 100 m de distância. Ela se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis…
 
As cabeças pertenciam ao que pareciam ser seres humanos. Eles usavam capacetes leves, tipo capuzes apertados, tendo, assim, os rostos praticamente cobertos. Mas ¾ das suas faces eram visíveis através de visores transparentes. Eles tinham sobrancelhas compridas e grossas e narizes retos. O que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos – enormes, azuis, duas vezes maiores que os nossos- fixos neles, sem mostrar o menos sinal de emoção. Lembravam homens hindus. Mas nenhum músculo se mexia nos seus rostos.
Mais tarde, no mesmo dias, e durante o dia seguinte, como as criaturas se mostravam, sem dúvidas, amistosas, dispostas a entrar em comunicação, Kovalyonok pediu autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato.
Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas, tratando-se de contato físico, o controle da missão proibiu. A nave mudava de posição frequentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegaram a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar-lhe os movimentos, que pareciam decididamente humanos, embora muito rígidos mecânicos e artificiais.
 
Pela janela, Kovalyonok mostrou um mapa celeste com nosso sistema solar no centro e, para sua surpresa, um deles fez o mesmo, mostrando um mapa onde se via o sistema no canto superior direito e muitos corpos celestes não identificados na ocasião. “Meu coração disparou quando um dos passageiros daquele veículo puxou seu próprio mapa e nos mostrou através da escotilha”, disse Kovalenok numa reunião com a imprensa. “Ele tinha nosso Sistema Solar num lado e alguns outros astros marcados.”
 
 Sem saber como agir, o soviético fez um sinal positivo, pondo o dedo polegar para cima, e recebeu uma resposta semelhante do estranho ser, sem sorrir. Depois, a nave se afastou, como se fosse uma exibição de manobrabilidade, sumiu por trás da Terra e voltou a nova posição relativa, mais próxima. A nave fez isso por mais cinco vezes. Ao voltar, parava de maneira brusca, mas seus tripulantes não pareciam sentir a inércia.
 
 
 
Com uma lanterna potente, Kovalyonok passou um código Morse a eles: “Cosmonautas Soviéticos saúdam visitantes à Terra”. Nenhuma resposta. “Are you receiving us?” (“Vocês estão nos entendendo?”) Nenhuma resposta. O cosmonauta tenta um código binário de uma figura geométrica: “101101”. Usou-se uma luz rápida para 0 e uma luz mais longa para 1. A Salyut recebeu, então, uma sequência de sinais luminosos que foi identificada posteriormente como o valor de base dos logarítimos neperianos muito usados pelos computadores da estação para linearização gráfica de curvas de funções matemáticas complexas.
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– Contato negado
No dia seguinte, ELES saíram da nave e andaram pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa que dentro da nave. Sua fonte de energia, seja qual for, é miniaturada. É evidente que desenvolveram uma energia que não é nuclear nem térmica. Eles certamente venceram a gravidade e as forças gravitacionais. Mesmo com os visitantes bem perto da estação. O centro de controle no solo não autorizou-os a sair da Salyut.
 
 
 
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Os visitantes partiram quatro dias depois do avistamento inicial, deixando uma “estranha saudade” nos cosmonautas.
Em 18 de junho de 1981, militares, cientistas, cosmonautas e pessoas do governo se reuniram com Kovalyonok e Savinikh para ver os filmes e fotos da missão. Como esperado, esta reunião teve muitas perguntas. Depois, o caso foi carimbado como “ALTAMENTE SECRETO”, e mais tarde, por decisão do Kremlin, o acontecimento foi tornado público.
 
 
 
Ao contrario dos Estados Unidos, a Rússia atual admite alguns contatos com “desconhecidos” em missões espaciais. É até dito que a rotina da MIR incluía estes contatos. Alguns alegam que todos os voos espaciais, desde o primeiro, são acompanhados por objetos de origem desconhecida. Além de boatos, provas nos convidam a refletir: Gagarin pode não ter sido o primeiro no espaço.
 
 
 
 
 
 
Henrique Guilherme
Escritor e estudioso. 
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações
http://www.facebook.com/henrique.aborigine

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