Girias nos anos 70

Os anos 70 são conhecidos como a era da pacificação, do flower power, do psicodelismo e das discotecas alucinantes. Nesse período de liberação política e cultural, as gírias proliferaram e muitas delas foram incorporadas à linguagem cotidiana, sendo faladas até nos dias atuais. Outras, contudo, caíram no desuso e dificilmente são reconhecidas pelas gerações mais novas. Você, por exemplo, conhece ou lembra de algum desses 10 vocábulos?

Chamar a atenção, com gestos, palavras ou vestimentas.
É o mesmo que “causar”, nos dias atuais.

Sair rapidamente de um lugar.
Foi substituída por “se mandar”, “escafeder”, “se picar”.

Amigo, camarada. O termo é usado para referir-se ao interlocutor do sexo masculino.
Foi substituído por “cara” e “xará”. Hoje em dia o lance é dizer “brother” ou “bro”.

Indica a aprovação de alguém a uma frase dita por outra pessoa.
A expressão, hoje, ficou mais simplificada: “é isso ai!”.

Apaixonar-se.
Hoje em dia se diz “caidaço” ou coisa parecida.

Indica uma coisa, um momento ou uma pessoa legal, capaz de inspirar prazer e simpatia.
A parada atualmente é dizer que o negócio foi “manêro” ou que foi “da hora”.

Perceber alguma coisa, de repente.
A expressão foi substituída nos anos 80 por “sacar”. Hoje se diz mais que a pessoa “tá ligada”.

Preocupado, receoso.
É parecido com o “bolado” dos dias atuais.

Define alguém que está drogado ou altamente embriagado, ou mesmo uma pessoa sem noção do que ocorre em sua volta.
Hoje se diz que a pessoa tá “chapadaça”. Ou será que existe algo mais moderno? Não sei.

Situação preocupante, difícil de enfrentar ou de resolver.
Hoje todo mundo abre o bocão, deixa a cerimônia de lado e diz mais que a coisa “tá f**a” mesmo!

Deixe seu Comentario!

Email (Não será publicado) (Obrigatório)