4 Rituais pelo mundo

031 Os 4 rituais de masculinidade mais perigosos ao redor do mundo!

Em muitas culturas é normal na passagem para a vida adulta um rito de “masculinidade”.

Acreditando que no adolescente irá adquirir uma personalidade adulta mais honrosa,passaram a ser essenciais nessa transição.

Confira alguns desses ritos:

1 – Luva Sateré-Mawé – Amazonas, Brasil:

Considerado um dos mais dolorosos, essa tribo amazonense realiza o ritual com garotos.

Há uma luva cheias de formigas-bala,cuja a mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa, eles colocam as mãos nestas luvas e começam a dançar durante dez minutos, algumas vezes a dor é tão forte que podem durar até 24 horas e a algumas pessoas chegam a ter convulsões. Esse ritual é repetido várias vezes durante a vida do homem, para que sempre esteja provando sua masculinidade.

2 – O salto dos Vanuatu – Arquipélago do Pacífico Sul:

Os meninos aos oito anos de idade para demonstrar sua masculinidade saltam de uma torre de madeira que tem ao menos 30 metros de altura. Jogam-se completamente nus ao precipício, somente com uma corda de cipó amarrada aos tornozelos.

Esse rito serve para impressionar, as mulheres e os Deuses, só que os estes são mais exigentes que as mulheres, para que eles fiquem realmente impressionados a cabeça do saltador tem que tocar o solo.

3 – O salto de vacas – Etiópia:

Este rito é realizado pela tribo dos Harmar, na Etiópia, é feito antes que os homens possam casar. O participante tem que pular por cima de vacas que são colocadas lado a lado, quatro vezes sem cair.

O rapaz tem que fazer o teste nu, como um símbolo de infância que ele está deixando para trás, se passar no teste ele passa a conviver junto a homens que também tiveram êxito neste e fica durante alguns meses supervisionando as vilas do território do seu povo.

4 – A aterradora circuncisão dos aborígines australianos – Austrália;

Entre os 15 e os 16 anos, o jovem é enclausurado e passa várias horas cantando. A atividade tem a intenção que o rapaz se tranquilize, mas sinceramente é difícil, desde quando ele não sabe o que ocorrerá.

O prepúcio é cortado pelo curandeiro da tribo sem anestesia alguma, e o jovem não pode demonstrar nenhum tipo de reação de dor, pois seria uma vergonha, visto como um covarde.

Uma segunda operação é realizada uma semana depois. O antropólogo Jens bjerre é um dos poucos homens civilizados que tem presenciado o procedimento e em seu livro faz uma breve descrição do procedimento: The Last Cannibals.

Um buraco então é feito atravessando o órgão sexual, próximo aos testículos, e ali se atravessa uma farpa com o objetivo de assegurar que o buraco de feche. A partir desta segunda “operação”, sua urina e seu sêmen sairão por esse orifício, em vez do normal. Esse procedimento tem e vista que o homem possa ter um controle maior sobre a gravidez da mulher, sendo esta possível somente se esse orifício artificial seja coberto.

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