Novo Ford Ka

Novo Ford Ka 2015

Prestes a ser lançando oficialmente, a Ford promoveu mais uma coletiva sobre o modelo, desta vez para falar sobre segurança. Um dos destaques é o serviço de ligação de emergência.

Caso o motorista do novo Ford Ka sofra algum acidente onde os airbags são acionados ou há o corte de combustível, se o celular estiver conectado ao sistema SYNC via Bluetooth e tiver sinal de telefone, o carro automaticamente irá ligar para a central de atendimento do SAMU para avisar que o motorista sofreu um acidente.

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Segundo a Fard, o sistema funciona via GPS e, quando o carro liga para o SAMU, ele passa as informações de latitude e longitude do carro, tudo para ser o mais preciso possível. 

Questionada sobre a possibilidade do acidente não ser grave ao ponto de chamar o SAMU, a Ford diz que há a possibilidade do motorista ou qualquer outra pessoa, desativar a chamada de emergência, apertando um botão no console do carro.

Durante o evento as informações mais importantes não saíram da Ford propriamente dita, mas sim dos principais sites de noticias, estamos falando dos preços e das versões.

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Com suas vendas iniciadas em agosto deste ano, o Ka será vendido inicialmente na versão hatch, que contará apenas com motor 1.0 de três cilindros. Já o Sedan que chega no mês seguinte, será vendido até então apenas com motor 1.5.

Em relação a versão hatch, o modelo teve os preços e os itens de série vazados.

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Partindo de R$ 35.390 (versão SE), o modelo será vendido com motor 1.0 de até 82 cavalos de potência, com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, rádio com USB, Bluetooth e My Ford Dock, airbag duplo, freios ABS com EBD, limpador/desembaçador do vidro traseiro, chave canivete, palhetas flat blade, rodas de ferro de 14 polegadas com calotas e pneus 175/65, maçanetas e retrovisores pintados na cor do veículo, abertura elétrica do porta-malas e ajuste de altura da coluna de direção.

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A versão SE Plus, que parte de R$ 37.390 conta com os itens acima mais os vidros elétricos atrás, sistema SYNC com AppLink, som com CD/MP3/USB/Bluetooth, comandos de voz, controles de áudio e telefone no volante.

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Por fim, a versão SEL custa R$ 39.990 e acrescenta controle de estabilidade e tração, assistência de partida em subidas, rodas de liga leve de 15 polegadas com pneus 195/55, faróis de neblina, computador de bordo, alarme, ajuste de altura do banco do motorista e acabamento melhor com detalhes cromados e lanternas escurecidas.

Os equipamentos mais sofisficados como central multimídia, câmera de ré, bancos em couro serão oferecidos como acessório nas concessionárias.

As revisões do modelo serão feitas a cada ano ou 10.000 km, eliminando a revisão a cada seis meses. O custo até 30.000 km fica em R$ 1.664.

Danilo Gentili e Rafinha Bastos trocam farpas após derrota do Brasil

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Além de disputarem a audiência ponto a ponto com seus talks shows, os apresentadores agora estão trocando farpas no Twitter.

O primeiro a se manifestar foi Danilo Gentili, que alfinetou o seu antigo colega ao fazer uma piadinha sobre a seleção brasileira.

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EUA desenvolve veículo anfíbio semelhante a um tanque

Tanque anfíbio: veículo monstro que anda sobre terra e água

Os tanques são veículos realmente impressionantes e que chamam muita atenção por causa da sua magnitude e poder de fogo. Agora, já imaginou se esses “monstros” tivessem a capacidade de andar sobre as águas como barcos e navios? Saiba que a Marinha dos Estados Unidos está próxima de trazer um veículo assim.

Apesar da comparação, o veículo que está sendo produzido atuará mais como um caminhão de carga do que como um tanque. A semelhança com os massivos veículos de guerra fica por conta das enormes esteiras que movimentam toda a estrutura. Não há, porém, nenhum canhão acoplado para disparar projéteis contra inimigos.

O nome do “pequeno” caminhão é Ultra Heavy-Lift Amphibious Connector (da sigla UHAC ou algo como conector anfíbio para cargas muito pesadas). E o atributo “pequeno” cabe bem nesta situação: apesar das dimensões colossais (12,8 metros de comprimento, 8 de largura e 5 de altura), o veículo foi montado utilizando metade das dimensões do modelo que será definitivo.

A versão final do UHAC terá 232 m² de deck para carregar o que for preciso, podendo suportar até 190 toneladas. O objetivo da Marinha dos Estados Unidos é aposentar oshovercrafts, ou veículo de colchão de ar ou aerobarco. Agora, basta apenas colocar um canhão e está pronto o tanque mais versátil já inventado pela humanidade. Confira como ficou o protótipo neste vídeo.

Selfie em Touradas não faz bem a saúde (Veja a Nova Moda)

Postar selfie em corrida de touros vira moda perigosa e ilegal

A tradicional corrida de touros que acontece em Pamplona, na Espanha, é perigosa e polêmica por si própria. O evento é parte das Festas de São Firmino e envolve soltar vários desses animais pelas ruas da cidade enquanto moradores e turistas acompanham o passeio e fogem de chifradas e pisoteamentos. Só que conseguiram deixar essa prática ainda mais radical, tirando “selfies” enquanto fogem dos bichos.

Na cobertura televisiva da corrida de touros deste ano, uma pessoa foi flagrada levantando o celular e tirando selfies enquanto estava a poucos centímetros dos animais. Ele com certeza não foi o único, mas acabou capturado pelas câmeras e agora pode ter problemas — além dos decorrentes pelos ferimentos causados pelos touros.

O antes…

A ideia é garantir um mínimo de segurança aos participantes: a polícia de Pamplona proíbe qualquer comportamento perigoso no festival, o que inclui o uso de dispositivos de gravação que estejam no meio da corrida. A multa pode chegar a 3 mil euros (cerca de 9 mil reais). A modalidade de tirar fotos de si mesmo em horas radicais já é conhecida como “extreme selfie”.

… E o depois.

O sujeito ainda não foi identificado, mas ficou conhecido nas redes sociais pela hashtag #eltontolmóvil (“o idiota com o mobile”, em tradução livre do espanhol) —, e isso não só por apontar o smartphone para tirar a foto, mas também porque não teve um final muito feliz na corrida.

Sheik acerta 7 x 1 entre Brasil e Alemanha e ganha 2 bilhões sozinho

http://www.curtindomais.com/wp-content/uploads/2014/07/sheik-acerta-bolao-de-jogo-brasil-e-alemanha1.jpgA revista alemã Der Spieger, afirma que um Sheik dos Emirados Árabes acertou o bolão e levou simplesmente sozinho o prêmio de 2 bilhões de dólares no jogo da semi final entre Brasil e Alemanha. O resultado apostado pelo Shake foi 7×1 é claro.

A mesma revista fez uma denuncia semana passada sobre fraudes nas partidas de Camarões, principalmente no confronto com a Croácia, na segunda rodada, onde a seleção africana foi derrotada. A FIFA contestou o conteúdo publicado e pediu a matéria para ajudar nas investigações.

Segundo a revista o Sheik poderia ter oferecido ou subordinado algumas “maçãs podres” entre os jogadores das seleções africanas.

“É de fato é impossível controlar tudo isso, no entanto é possível que algum jogador sejam comprado por milhões em reuniões secretas em lugares secretos, e tentar modificar o resultado fazendo um pênalti, expulsão, batendo um pênalti pra fora ou facilitando jogadas do time adversário, em troca de milhões de dólares”, acrescentou a federação FIFA.

A direção da seleção Argentina proibiu seus jogadores de sair da concentração, de falar com estranhos, recolheu celulares entre outras, justamente por temer que um jogador seja comprado pelo alto dinheiro.

A final entre Brasil e França foi muito questionada desde que o Sheik Morramand Albert acertou o resultado 3×0 para França. Boatos de que jogadores brasileiros foram subordinados e fizeram corpo mole. Já o resultado do jogo de hoje 7 x 1 para Alemanha, cai entre nós é impossível alguém comprar não é mesmo.

 

Motivos para minimizar à goleada da Alemanha

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Perdemos! Perdemos feio – até Os Simpsons profetizaram essa derrota (veja aqui). Mas se tem uma coisa que brasileiro sabe fazer na internet é “ver graça” na “desgraça” alheia. E o povo não deixa de estar certo, talvez o bom humor do nosso povo em um momento como esse faz a gente lidar melhor com a frustração e a tristeza de ter tomado uma surra homérica, histórica, implacável. Perder de 7 x 1 é ruim. Principalmente por se tratar da semifinal do maior campeonato de futebol do mundo. E acho que nem preciso falar da humilhação de ver os adversários marcarem 6 x 0 sem comemorar o sexto gol. Fomos tratados como time pequeno. Desliguei a televisão e fui ver a cena quase pornô que aconteceu em uma partida de Handebol Feminino (veja aqui).

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Geólogos afirmam que erupção do vulcão Yellowstone poderá mudar rumo da humanidade

A erupção de um vulcão norte-americano provocaria uma catástrofe de caráter mundial, advertem especialistas. Na realidade, o vulcão de Yellowstone  é apenas a saída de um enorme lago de magma subterrâneo localizado no parque homônimo, em uma área que fica entre os estados de Wyoming, Montana e Idaho, nos EUA.

A humanidade teria passado por um grande flagelo, há 74 mil anos, quando ocorreu a explosão do vulcão de Toba, localizado no atual território de Sumatra. A força da explosão foi 10 mil vezes mais forte que a do monte Santa Helena em 1980, localizado no sudoeste do estado norte-americano de Washington, a 160 quilômetros ao sul de Seattle. Esta erupção causou  graves consequências climáticas no século XX, espalhando cinzas pelo mundo.

área de destruíção totalMichael Rampino, geólogo da Universidade de Nova York, salienta que no caso do vulcão de Toba, as temperaturas de lugares altos teriam sofrido um acréscimo de até 21 graus Celsius na época, resultando na morte de três quartos de todas as espécies vegetais do hemisfério norte. Diversos estudos demonstram que tal catástrofe criou um verdadeira devastação na pirâmide demográfica da espécie humana, que foi reduzida a 10 mil pessoas, ancestrais de todos os seres humanos atuais.

O vulcão de Yellowstone vem mantendo um comportamento bastante regular, com um ciclo de erupções que ocorre a cada 600 mil anos. Especialistas afirmam que a última ocorreu há 640 mil anos, razão pela qual muitos acreditam que uma nova erupção seja iminente. A expectativa é que a erupção de Yellowstone seja 2500 vezes mais forte que a de Santa Helena. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Utah asseguram que “não há evidência concreta de uma catástrofe no Parque Nacional de Yellowstone”. Segundo seus cálculos, a próxima erupção ainda deve tardar, pelo menos, 10 mil anos.

Caso o supervulcão de Yellowstone entrasse em erupção, as consequências poderiam ser catastróficas.

Um supervulcão que está embaixo do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, é ainda maior do que os cientistas haviam calculado anteriormente.

A pesquisa mostra que a câmera de magma é 2,5 vezes maior do que o apontado por um estudo anterior. A “caverna” do vulcão teria 90 quilômetros de largura e algo entre 2 e 15 quilômetros de altura, com algo entre 200 a 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida.

“Nós estamos trabalhando lá há muito tempo, e sempre pensamos que ele poderia ser maior. Mas esta descoberta é estarrecedora”, diz Bob Smith, pesquisador da Universidade de Utah.

Talvez não tão estarrecedora, já que a cada medição eles encontram valores maiores. A última atualização fora feita em 2011:

“Nós registramos terremotos no Yellowstone e arredores e medimos as ondas sísmicas na medida em que passam pelo solo. As ondas viajam mais lentamente pelo material quente e fundido. Assim conseguimos medir o que está abaixo do solo,” disse Jamie Farrell, coautor do estudo.

Sem previsão

Caso o supervulcão de Yellowstone entrasse em erupção, as consequências poderiam ser catastróficas.

Na última vez que isso aconteceu – há 640 mil anos -, ele espalhou cinzas por todo o continente da América do Norte e afetou o clima de todo o planeta.

Infelizmente a ciência ainda não tem meios para prever quando o supervulcão voltará a entrar em erupção.

Alguns acreditam que o supervulcão de Yellowstone entre em erupção a cada 700 mil anos, enquanto outros acreditam que é preciso coletar mais dados para sustentar essa teoria.

Isso porque, até agora, há informações sobre apenas três erupções passadas do supervulcão, ocorridas há 2,1 milhões, 1,3 milhão e 640 mil anos, o que dá apenas dois intervalos de 700 mil anos entre erupções, uma amostra estatisticamente fraca para estabelecer um padrão.