Teu passado te condena.Artistas que não gostam muito de lembrar seu passado.

Muitas celebridades não tiveram seu inicio de carreira tão glamouroso como apresentam hoje. Algumas dessas tentam até esconder o seu passado e não se orgulham de terem vivido esse momento.
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Fernanda Vasconcellos  já atraía olhares, há oito anos, como uma das dançarinas do “Domingo legal”, no SBT, a atriz chegou a desfilar, mais de uma vez, de biquíni pelo palco do Gugu.

Antes de fazer novela, Rodrigo Phavanello posou na “G magazine” por causa de seu, digamos, talento no extinto grupo Dominó.

Roger, vocalista da banda Ultraje a Rigor também já  estampa a capa da revista G Magazine em 1999.

Wagner Moura pode até fugir agora dos repórteres de celebridades, mas parece que esqueceu que já esteve do outro lado. De microfone na mão, e antes de ficar famoso, o ator entrevistava personalidades de Salvador como repórter do programa “Michele Marie entrevista”, na TV Bahia.

Mara Maravilha se pudesse sumiria com todas os exemplares da “Playboy” que fez em 1990.

No início da carreira como ator, Lázaro Ramos dividiu a cena com a dançarina Carla Perez, que estava no auge, no filme “Cinderela Baiana”. Um clássico do cinema brasileiro! Detalhe: o longa ficou uma semana em cartaz.

Se hoje Val Marchiori é loira, cheia de diamantes, bolsas de marca e taças de champagne, no passado não era bem assim. Esta semana surgiu na internet uma revista de 1990 em que a loira ainda aparece com seu nome de batismo, Valdirene, e um visual bem diferente. Na capa da revista onde a socialite fez um ensaio sensual a chamada é: “Valdirene: Apucarana exporta beleza”, citando a cidade onde Val nasceu.

Morre Márcio Ribeiro, que apresentou o programa ‘X-Tudo’

Morreu na manhã desta quarta-feira (29), o humorista Marcio Ribeiro, que ficou famoso ao apresentar o programa X-Tudo, que era exibido na TV Cultura.
 
A informação foi confirmada pelos agentes que cuidam da carreira do comediante.
 
Ainda não se sabe a causa da morte. Ele estava em Brasília, realizando um show de stand up comedy com seu grupo, que se chama Cia. Setebelos.
 
Ao que parece, o humorista passou mal durante a turnê.
 
Em conversa com a reportagem do R7, o humorista e amigo Bruno Motta lamentou a morte e disse que havia conversado com Marcio na última sexta-feira (23).
 
— Ele estava bem e não se queixou de nada.
 
A saúde frágil de Marcio era de conhecimento de todos os amigos. Ele sofria de diabetes e tinha problemas respiratórios.
 
Ele trabalhou por dez anos na TV Cultura. Além do X-Tudo, ele chegou a participar da primeira versão do programa infantil Rá-Tim-Bum.
 
Marcio passou por SBT, Band e Globo. Na última emissora, participou do seriado Sandy e Júnior, fez o professor Homero em Malhação e estava no ar no humorístico Os Caras de Pau.
 
No cinema, Marcio Ribeiro esteve em Romeu e Julieta, de Bruno Barreto, e Domésticas, de Fernando Meirelles e Naldo Olival, entre outros longas brasileiros. No teatro, esteve em peças como Vestido de Noiva, Teledeum, Meu Nome é Pablo Neruda e Corte Fatal.

Incrível,o Caso Salyut 6: Quando os Soviéticos Foram Contatados

 
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Nos anos 70, a União Soviética executou o programa espacial Salyut (Салют, saudações), originalmente chamado DOS 7-K, baseado em estações espaciais de um módulo. Houveram 7 estações – sem contar o núcleo da Mir e o módulo Zvezda, da Estação Espacial Internacional (ISS), que derivam do programa.
Embora lembrasse as anteriores, a Salyut 6, lançada em 29 de setembro de 1977, trazia vários avanços inovadores, como dois sistemas de acoplagem (as Salyuts anteriores só tinham um). Ela foi ocupada por onze tripulações, sendo cinco de longa duração. A primeira delas permaneceu 96 dias em órbita e quebrou um recorde da Skylab, americana. A tripulação de estadia mais longa na Salyut 6 ficou nela por 185 dias.
 
 
– A reunião
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No dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária, com a presença de especialistas em UFOs, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de Viktor Savinikh, permanecera 75 dias no espaço, a bordo da estação Salyut-6 (de 12/3/81 a 26/5/81).
 
Kovalyonok respondeu a inúmeras perguntas. O estranho, porém, é o fato que o general Beregovoy, o qual sempre se recusara a dar entrevistas oficiais sobre o assunto, agora resolveu falar (aparentemente aquele caráter secreto do encontro parece ter sofrido um revisionismo do Kremlin).
 
 
 
Havia cerda de 200 pessoas no salão de conferências que é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões da cúpula. Entre elas professores universitários, astrofísicos, vários membros do Centro Espacial, gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança armados. Primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no auditório. Gravadores, cadernos, máquinas fotográficas, etc, tiveram que ser deixados no vestíbulo. A revelação que fizeram foi de aturdir o mundo.
 
 
– O Contato
 
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A Salyut-6 fez contato com uma nave extraterrestre durante 4 dias e orbitaram juntas, a uma distância de 400 km de nosso planeta.  Enquanto fazia exercícios, Kovalyonok olhou através de uma janela e percebeu um objeto esférico com diâmetro de aproximadamente 10 metros cerca de um quilômetro à frente da estação. Ele orbitava de forma estacionária com relação à Salyut. O evento envolveu cinco astronautas : Kovalyonok, Savinikh e três ETs a bordo do veículo desconhecido que tina a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6(que tinha 16 m de comprimento e parecia com uma garrafa).
 
Usando binóculos de longo alcance, os cosmonautas perceberam que a nave dourada possuía 24 janelas: 8 no “equador” e 8 em cada “hemisfério”. Posteriormente, eles também perceberiam que sua superfície não apresentava saliências, reentrâncias, marcas, inscrições, painéis solares ou antenas. Pelas janelas, veriam uma cabine de comando convencional no interior bem iluminado da nave. O estranho objeto ficou lá por 24 horas. Kovalyonok filmou 45 minutos do encontro.
 
 
– Quem eram eles?
 
O encontro começou as 5 da tarde e durou quase duas horas. Após uma breve introdução do general. Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. Segundo Aleksandr Kazantsev,  cosmólogo presente no encontro, “O filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade-Estrela”.
 
 
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O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave alien, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40 m. Os dois astronautas estavam trabalhando em sua experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Eles ficaram algum tempo observando o objeto, através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo.
 
 
Com a ajuda de um binóculo percebeu portinholas na outra nave. Durante as primeiras 24 horas (14.05.81), o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia seguinte, os dois astronautas viram a nave alien mais perto, a menos de 100 m de distância. Ela se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis…
 
As cabeças pertenciam ao que pareciam ser seres humanos. Eles usavam capacetes leves, tipo capuzes apertados, tendo, assim, os rostos praticamente cobertos. Mas ¾ das suas faces eram visíveis através de visores transparentes. Eles tinham sobrancelhas compridas e grossas e narizes retos. O que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos – enormes, azuis, duas vezes maiores que os nossos- fixos neles, sem mostrar o menos sinal de emoção. Lembravam homens hindus. Mas nenhum músculo se mexia nos seus rostos.
Mais tarde, no mesmo dias, e durante o dia seguinte, como as criaturas se mostravam, sem dúvidas, amistosas, dispostas a entrar em comunicação, Kovalyonok pediu autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato.
Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas, tratando-se de contato físico, o controle da missão proibiu. A nave mudava de posição frequentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegaram a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar-lhe os movimentos, que pareciam decididamente humanos, embora muito rígidos mecânicos e artificiais.
 
Pela janela, Kovalyonok mostrou um mapa celeste com nosso sistema solar no centro e, para sua surpresa, um deles fez o mesmo, mostrando um mapa onde se via o sistema no canto superior direito e muitos corpos celestes não identificados na ocasião. “Meu coração disparou quando um dos passageiros daquele veículo puxou seu próprio mapa e nos mostrou através da escotilha”, disse Kovalenok numa reunião com a imprensa. “Ele tinha nosso Sistema Solar num lado e alguns outros astros marcados.”
 
 Sem saber como agir, o soviético fez um sinal positivo, pondo o dedo polegar para cima, e recebeu uma resposta semelhante do estranho ser, sem sorrir. Depois, a nave se afastou, como se fosse uma exibição de manobrabilidade, sumiu por trás da Terra e voltou a nova posição relativa, mais próxima. A nave fez isso por mais cinco vezes. Ao voltar, parava de maneira brusca, mas seus tripulantes não pareciam sentir a inércia.
 
 
 
Com uma lanterna potente, Kovalyonok passou um código Morse a eles: “Cosmonautas Soviéticos saúdam visitantes à Terra”. Nenhuma resposta. “Are you receiving us?” (“Vocês estão nos entendendo?”) Nenhuma resposta. O cosmonauta tenta um código binário de uma figura geométrica: “101101”. Usou-se uma luz rápida para 0 e uma luz mais longa para 1. A Salyut recebeu, então, uma sequência de sinais luminosos que foi identificada posteriormente como o valor de base dos logarítimos neperianos muito usados pelos computadores da estação para linearização gráfica de curvas de funções matemáticas complexas.
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– Contato negado
No dia seguinte, ELES saíram da nave e andaram pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa que dentro da nave. Sua fonte de energia, seja qual for, é miniaturada. É evidente que desenvolveram uma energia que não é nuclear nem térmica. Eles certamente venceram a gravidade e as forças gravitacionais. Mesmo com os visitantes bem perto da estação. O centro de controle no solo não autorizou-os a sair da Salyut.
 
 
 
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Os visitantes partiram quatro dias depois do avistamento inicial, deixando uma “estranha saudade” nos cosmonautas.
Em 18 de junho de 1981, militares, cientistas, cosmonautas e pessoas do governo se reuniram com Kovalyonok e Savinikh para ver os filmes e fotos da missão. Como esperado, esta reunião teve muitas perguntas. Depois, o caso foi carimbado como “ALTAMENTE SECRETO”, e mais tarde, por decisão do Kremlin, o acontecimento foi tornado público.
 
 
 
Ao contrario dos Estados Unidos, a Rússia atual admite alguns contatos com “desconhecidos” em missões espaciais. É até dito que a rotina da MIR incluía estes contatos. Alguns alegam que todos os voos espaciais, desde o primeiro, são acompanhados por objetos de origem desconhecida. Além de boatos, provas nos convidam a refletir: Gagarin pode não ter sido o primeiro no espaço.
 
 
 
 
 
 
Henrique Guilherme
Escritor e estudioso. 
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações
http://www.facebook.com/henrique.aborigine

As Ruínas Submersas de Yonaguni

As Ruínas Submersas de Yonaguni

No ano de 1985, um grupo de mergulhadores em busca de boas imagens de tubarões-martelo acabou por descobrir uma das ruínas subaquáticas mais surpreendentes e inexplicáveis da história. Essas gigantesca estrutura de pedra ficaram conhecidas pelo nome da ilhota mais próxima, Yonaguni.

Localizada no ponto mais oeste do Japão, as ruínas de Yonaguni ainda estão envolvidas em mistérios sobre os quais autoridades científicas mundiais ainda não conseguem entrar em acordo.

A estrutura é composta por lajes enormes com vastos terraços planos,  alinhadas em ângulos perfeitamente simétricos. Também é possível detectar a existência de canais que eram utilizados para transporte de água e resquícios do que poderia ter sido uma via pública.

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Também é possível visualizar uma enorme pirâmide com mais de 50 metros de altura e 20 de largura que repousa silenciosamente nas águas claras do oceano. Essa pirâmide possui um formato bastante similar ao encontrado nas ruínas incas de Machu Picchu, no Peru.

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Os cientistas mais céticos afirmam que as ruínas são formações naturais esculpidas por meio da ação das correntes marítimas através de um longo período de tempo. Entretanto, eles não conseguem fornecer explicações válidas sobre o motivo pelo qual as ruínas de Yonaguni possuem uma exatidão simétrica incrível.

Outro grupo de cientistas, encabeçado pelo japonês Masaaki Kimura, entende que não existe a possibilidade de Yonaguni ser uma obra fortuita da natureza. Afinal, caso isto fosse verdade, iríamos encontrar diversas outras estruturas semelhantes espalhadas pelos oceanos do globo terrestre e seria possível detectar sinais desse processo erosivo no fundo do oceano.

Em meados do ano 2000, Masaaki fundou e passou a liderar uma equipe de pesquisas, financiada pela Universidade de Ryukyus, com o objetivo de coletar informações e expandir a compreensão acerca dessas maravilhosas ruínas.

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Anos após dar inicio aos estudos, o nobre cientista e sua equipe chegaram a fantástica conclusão de que as estruturas foram realmente esculpidas pelo homem, durante uma época em que a região ainda não havia submergido.

A última vez que essa região se encontrou acima do nível do mar foi a mais de 10.000 anos no final da Era Glacial mais recente!

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Da mesma forma que a misteriosa cidade de Nan Madol é considerada como parte do suposto continente de Mu, estudiosos acreditam que Yonaguni também fazia parte desse continente que foi submerso após eventos cataclísmicos.

Cléber Machado e César Tralli se desentendem ao vivo no SPTV

Rolou saia justa entre o simpático Cléber Machado e César Tralli logo no início da primeira edição do SPTV, na segunda (27/05), na Globo.
Cléber, todo animado, falou bom dia ao apresentador, que nem deixou o comentarista responder direito e já começou a atropelar, falando por cima.
Meio sem jeito, mas visivelmente incomodado, Cléber disse que se não era para responder, que fosse avisado.
Ao perceber a gafe, Tralli afirmou que havia sido mal educado, pois estava acelerado.
Mesmo assim, ficou um clima tenso no ar.

Incrível,os supercarros abandonados em Dubai

carros Os supercarros abandonados em Dubai

Dubai é conhecida por ser uma terra que reúne milionários excêntricos, mas alguns deles estão criando situações de causar espanto em qualquer pessoa com um pouco menos dinheiro na conta bancária.

O novo fenômeno consiste no abandono de carros de luxo. Ao viajar para os Emirados Árabes Unidos, você pode encontrar automóveis como Mercedes, Jaguar, BMW e até mesmo alguns Porsches e Ferraris abandonados em estacionamentos. O mais surpreendente é que os carros estão lá, dando sopa com a chave na ignição – fato que se repete muito no Aeroporto de Dubai.

Para que você tenha uma ideia, um dos últimos modelos encontrados foi uma Ferrari Enzo, avaliada em mais de 3 milhões de reais – o carro é tão raro que foram fabricados apenas 399 unidades. O automóvel era de um inglês, que possivelmente deixou seu carro para trás por conta de multas de trânsito não pagas, o que pode dar cadeia por lá.

Além de multas, outra motivação para o abandono de carros tão incríveis seria a inadimplência causada pela crise financeira. Enquanto Dubai é o lugar certo para os milionários, o local também abriga uma enorme quantidade de ricos que acabam perdendo suas fortunas e entrando em falência.

Então, antes de abandonar o país, os antigos ricos preferem deixar seus carros de lado e não encarar as consequências de seus endividamentos. É o mesmo caso dos viajantes, que também deixam os automóveis de lado para escapar da prisão. No entanto, além de serem impedidos de voltar a Dubai, seus nomes passam a figurar em listas da Interpol.

Vírus usa “atualização” do Flash Player para infectar PCs

17975063728153541 Vírus usa atualização do Flash Player para infectar PCs

Se você visitar alguma página que peça, sem mais nem menos, uma atualização do Flash Player, fique atento, pois pode ser uma armadilha.

Um novo vírus vem espalhando-se pela internet e se disfarça do aplicativo da Adobe para infectar os computadores. Segundo o Portal EBC, o problema já afeta diversas páginas brasileiras, como o site da cantora Elba Ramalho.

De acordo com Ronaldo Lemos, coordenador do Creative Commons no Brasil, o vírus utiliza-se principalmente de páginas desenvolvidas com o sistema WordPress, por isso fique muito atento a qualquer site com comportamento diferente do normal.

Se alguma página porventura apresentar para você um pedido de atualização do Flash Player, basta que você confira o endereço para o qual o botão de ação o encaminhará. Caso não seja para o site da Adobe, a página que você está visitando provavelmente está infectada. Assim, evite o processo e feche o site em questão.

Os 10 maiores personagens brasileiros nos videogames

Nem só de futebol e UFC vivem os personagens brasileiros nos videogames. Apesar de passarem muitas vezes desapercebidos por nós, existe uma grande quantidade de personagens ou referências ao nosso país no mundo dos games. Vamos listar aqui os 10 personagens tupiniquins mais expressivos ou quase isso do mundo eletrônico. Será que você já conhecia todos eles?

 

Blanka

 

 

10 – Richard Meyer

 

Richard Meyer, ou Ricardo Maia na linguagem abrasileirada, é um personagem das séries Fatal Fury e King of Fighters. Na primeira, não pode ser controlado pelo jogador e é um doss primeiros oponentes controlados pelo computador. Ele é mestre de capoeira e gerente de um restaurante chamado Pao Pao Cafe. Nos outros jogos da série Fatal Fury Richard aparece em pequenas cenas e aparições, nunca sendo jogável e em The King of Fighters: Maximum Impact 2, de 2006, Richard voltou como um personagem controlável.

 

Richard Meyer

 

9 – Christie Monteiro

 

Personagem que teve sua primeira aparição no game Tekken 4, Christie também tem a capoeira como seu estilo de luta. Christie é neta do mestre de capoeira que ensinou Eddie Gordo na prisão. Depois de sua primeira aparição, esteve presente em quase todas as sequencias do jogo, inclusive o cross-over Street Fighter X Tekken. No jogo Tekken Tag Tournament 2 a capoeirista é dublada em português, diferentemente de suas outras aparições. No filme baseado no jogo, a personagem não luta capoeira.

 

Christie Monteiro

 

8 – Roberto Miura

 

Trazido pelo jogo Rival Schools, também da Capcom, Roberto Miura é um aluno do ensino médio da escola Gorin, e jogador do time de futebol da escola. Com seu uniforme e chuteiras, Roberto decide participar do torneio que leva o nome do jogo. O personagem tem seu design e golpes inspirados em personagens de animes, como Captain Tsubasa e Wild Striker.

 

Roberto Miura

 

7 – Sean Matsuda

 

Mais um personagem verde e amarelo em jogos de luta, Sean troca socos e chutes no jogo Street Fighter 3, da Capcom – assim como Darkstalker. Sean é discípulo de Ken Master, e tem seus golpes baseados nas técnicas do americano. Sean tem um uniforme também parecido com o de seu mestre incluindo as famosas luvinhas de Ken, Ryu e sua turma. Ele adora basquete, algo não muito comum aos brasileiros e nasceu em Santos minha cidade, São Paulo. Outra curiosidade sobre o personagem é que ele aparece no final do Ryu, no jogo Marvel vs. Capcom.

 

Sean Matsuda

 

6 – Carlos Oliveira

 

Carlos Oliveira é um mercenário contratado pela sinistra Umbrella Corporation no terceiro jogo da série Resident Evil. Carlos tem origem sul-americana, mas todos juram que ele é brasileiro. Ele é contratado para exterminar os zumbis da série ao lado de Jill Valentine, e chega até a salvar a moça criando uma vacina para o temido T-Virus. Carlos é especialista em armas pesadas e veículos, e tem até participação nos filmes da série.

 

Carlos Oliveira

 

5 – Rikuo

 

Rikuo é o único sobrevivente de uma raça marinha que vivia no fundo do rio Amazonas. Essa raça por sua vez foi destruída por uma grande catástrofe, com terremotos e erupções vulcânicas. Mas pera lá! Não temos isso no Brasil! E não mesmo, isso tudo foi obra do vilão da série, Pyron. Começa então a busca de Rikuo por vingança. Esse monstrengo tem um grande apelo com os fãs da série Darkstalkers no Japão e protagonizou inclusive um jogo para celular onde tem que navegar e desviar de rochas.

 

Rikuo

 

4 – Leona

 

Assim como Carlos Oliveira, de Resident Evil, Leona não tem declaradamente nacionalidade brasileira. A lutadora foi achada na floresta amazônica, e criada por seu pai adotivo Heidern. Leona não lembra de seu passado, mas quando está em fúria tem flashes de suas memórias, inclusive matando seus próprios pais de sangue. Leona tem o sangue Orochi, o que também lhe garante mais poder e agilidade. É quieta e fala pouco e uma das personagens favoritas dos jogos da SNK. Teve sua primeira aparição no jogo King of Fighters ’96 e desde então está presente nos jogos da série.

 

leona

 

3 – Eddie Gordo

 

Eddie Gordo teve sua primeira aparição no jogo Tekken 3, em 1997. Logo ganhou o gosto popular, por talvez ser o primeiro personagem brasileiro que não fosse um monstro da floresta ou algo do tipo. Eddie tinha tudo para ser um homem bem sucedido em seus negócios, mas acabou preso. Em uma dessas rebeliões conheceu um velho homem que se tornou se mestre e lhe ensinou capoeira. Quando saiu da prisão, resolveu participar do torneio King of Iron Fist 3 para conseguir ajuda para sua vingança. Eddie desde a primeira aparição em Tekken 3 rondou pelos jogos da franquia e é conhecido pelos seus combos devastadores.

 

Eddie Gordo

 

2 – Blanka

 

Talvez quando se fale em personagens brasileiros, seja o primeiro a ser lembrado. Blanka teve sua primeira aparição em Street Fighter II ao lado de Ryu e companhia. Blanka não é originalmente brasileiro, diz a história que Blanka estava viajando para Taiwan quando sequestrado pela organização Shadaloo, comandada pelo maquiavélico M. Bison. Ele então foi submetido a diversas experiências que lhe deram a pele esverdeada e poderes elétricos. Quando conseguiu fugir, Blanka foi acolhido por uma vila de moradores na floresta amazônica, onde aprendeu a lutar. Seus golpes também são baseados na capoeira, e Blanka tem aparições em diversos jogos da franquia Street Fighter tendo uma grande popularidade com os fãs da série. Seu cenário geralmente se passa na Amazônia, com moradores e cobras assistindo suas lutas.

 

Blanka

 

1 – Allejo

 

O mito, a lenda, o craque! O eterno camisa 7 da seleção brasileira tinha que ter um lugar de destaque aqui. Allejo protagonizou as jogadas mais bonitas do futebol virtual com chapéus, bicicletas, pedaladas e chutes de qualquer lugar do campo. Com Allejo em campo, era certeza de espetáculo. O mito é um personagem fictício da série International Superstar Soccer , para Super Nintendo, do tempo que juíz virava cachorro e tudo mais. A Konami, produtora do game, não tinha licença para utilizar o nome real dos jogadores, então criou personagens fictícios para as seleções. Então surgiram lendas como Beranco, Simeone, e claro, a lenda Allejo.

 

allejo

 

Podemos ver que não só de monstros verdes vive o Brasil no videogame, e além dos personagens propriamente ditos, temos diversas referências ao nosso país, como cenários nos jogos da franquia Call of Duty e até um jogo que se passa inteiro na cidade de Santos, de 2031. Shadownrun é um jogo de tiro para Xbox 360 e se passa inteiramente na cidade litorânea do estado de São Paulo. Além disso, temos músicas brasileiras, Bob Burnquist nos jogos Tony Hawk’s Pro Skater e diversos outros.

Fonte: http://vidaljogos.com.br/artigos/os-10-maiores-personagens-brasileiros-nos-videogames/

Mãe passou tarde em motel com genro para planejar assassinato

O crime que chocou o município de Apucarana no Paraná parece estar cada vez mais elucidado. Segundo a polícia local, antes de matar Jéssica Carline Ananias da Costa, de 22 anos, a mãe e o namorado da vítima se reuniram em um motel no dia do crime.
A polícia afirma que os dois se encontraram para planejar os detalhes do homicídio que aconteceria pouco tempo depois. Os dois eram amantes há quatro anos e planejavam fugir para Rondônia. O crime aconteceu no dia 9 de maio, em Apucarana, no Paraná, mas o detalhe só foi divulgado nesta terça-feira (28).
Segundo a polícia, o motel fica na cidade de Londrina e os dois ainda foram ao shopping antes de Célia Forti, 48, ir pegar a neta na escola para deixar a filha a sós com o marido, o bacharel de Direito Bruno José da Costa, 26. Lá, ele esfaqueou a própria mulher 25 vezes até que ela morresse.
O crime aconteceu no dia 9 na casa do casal, na Rua Nossa Senhora da Conceição, no bairro Igrejinha, zona sul de Apucarana. Bruno confessou que a ideia era simular um latrocínio.
Célia nega que tenha ajudado a planejar o assassinato da filha, mas confessa que mantinha um relacionamento com o genro.
Porém, familiares e amigos de Jéssica afirmam que durante o velório a mãe ficava ao lado do caixão, passa a mão no rosto da filha, mas não levantava o rosto para encarar as pessoas.
Bruno José da Costa está preso, mas a amante permanece em liberdade por ter passado o prazo do flagrante.